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Já tentou pintar a casa em Lisboa sozinho e correu-lhe mal? Tenha calma, é normal que fiquem algumas imperfeições, sobretudo se foi a primeira vez que se aventurou nestas andanças. E sempre pode voltar a tentar, tendo a consciência que, desta vez, deve seguir alguns parâmetros importantes para garantir o sucesso do trabalho.

Pense um pouco e responda a estas perguntas para si e de forma muito honesta:

– Comprou materiais de qualidade?

– Confirmou a credibilidade e a qualidade da marca da tinta?

– Protegeu o seu mobiliário quando começou a pintar a casa em Lisboa?

– Escolheu bem o tipo de pincel/rolo, de acordo com a dimensão da superfície?

 

Pois é, se respondeu negativamente à maioria das perguntas, então já sabe que não fez tudo da forma mais correcta. Pintar a casa não é assim tão difícil e nem sequer existem regras específicas para o fazer, apenas alguns ensinamentos básicos que devem ser seguidos por todos. Eis alguns:

– Os pincéis, os rolos e as tintas têm que ser de muita qualidade, nem que, para isso, tenha que pagar mais um pouco;

– Cada pincel tem uma função diferente. Veja bem o que precisa de pintar e adeqúe o tipo de pintura ao material;

– Escolha cores que equilibrem todo o ambiente do imóvel. Pintar a casa com cores diferentes em cada divisão ou com cores muito pesadas em locais onde passa grande parte do tempo, só vai aumentar o seu tédio e aborrecimento;

– Forre a mobília que estiver exposta às tintas, tendo especial cuidado com as dobradiças das portas e com os rodapés, caso não tenha interesse em dar-lhes cor;

Vê como é fácil? Mas não me fico por aqui, porque ainda o/a vou ajudar a pintar as suas sancas! Estas são normalmente feitas em gesso e podem, ou não, ser elaboradas. É claro que, quanto mais elaboradas forem, mais complexa se torna a pintura, mas existem pontos-chave importantes que podem facilitar a tarefa:

– Pinte sempre as sancas com cores neutras. Deve existir um contraste equilibrado entre a cor das sancas e a cor restante (do tecto e das paredes). O branco e o cinzento são, por norma, as cores preferidas;

– Proteja as paredes e o tecto antes de começar a pintá-las, caso contrário, volta a ter que pintar a casa novamente;

– Como as sancas costumam ser de gesso, lixe-as muito bem e retire, de seguida, todo o pó acumulado. Veja também se existe alguma imperfeição. Se for o caso, coloque um pouco de massa e deixe secar, voltando a lixar tudo e a retirar o pó em excesso;

– Dê duas demãos de tinta nas sancas, pois uma não costuma ser suficiente;

– Pintar a casa em Lisboa e em qualquer cidade do mundo tem uma determinada sequência: comece sempre por pintar o tecto das divisões, passe para as sancas, de seguida para as paredes, depois para portas, chegue então às janelas e termine nos rodapés.

Simples, certo? Agora sim, pode começar já a pensar em refazer tudo aquilo que não deu certo, porque, com estas dicas, pintar a casa em Lisboa vai ser a tarefa mais fácil que fará na sua vida!

 

 

 

 

 

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Nos últimos anos, com os orçamentos cada vez mais apertados, fazer certas tarefas em casa tornou-se numa das opções mais viáveis. São muitas as famílias que tratam dos problemas domésticos, sem precisarem de recorrer a profissionais. É claro que há certos trabalhos que não correm bem, mas há outros que pode fazer sem provocar danos, nomeadamente pintar a casa.

Se mora na capital, sabe, à partida, que pintar a casa em Lisboa pode tornar-se bastante mais fácil, se contratar uma empresa de pintura conceituada, mas isso, claro, seria mais dispendioso. Assim sendo, e como tenciono facilitar-lhe o trabalho e incentivá-lo a fazer esta tarefa por si, deixo-lhe 5 ideias que deve seguir antes de se aventurar sozinho no mundo das tintas.

Pintar a casa requer material de muita qualidade

Já deve ter reparado que o mercado está repleto de material de pintura. Os produtos são mais do que muitos, uns melhores do que outros. Por isso, compare bem os preços e assegure-se da qualidade da marca que escolhe. Procure por testemunhos de outros clientes em blogues, fóruns ou nas redes sociais.

 Escolha os pincéis ou os rolos de acordo com a superfície que vai pintar

Uma das coisas que pode determinar o sucesso de uma pintura é a escolha correcta do pincel ou do rolo, que tem que ser de acordo com o tipo de superfície. Por exemplo, os rolos são os mais indicados para a pintura de paredes e do tecto, por se tratarem de superfícies mais amplas. Pelo contrário, se pretender pintar zonas mais pequenas, apertadas e que precisem de detalhes minuciosos, procure o pincel mais adequado para o fazer. Pintar a casa em Lisboa exige que saiba muito bem quais são as áreas que deseja dar nova cor.

Adopte medidas de segurança

É também muito importante adoptar medidas de segurança quando pintar a casa. Proteja todos os móveis da habitação, a sua cama, os sofás, etc., para que não fiquem sujos. Proteja-se também com roupas velhas e, se tiver crianças muito pequenas consigo, certifique-se que ficam longe das tintas.

Limpe bem as superfícies antes de as pintar

Para garantir que não haja defeitos nas superfícies pintadas, limpe-as bem antes de passar com o pincel ou com o rolo. Lembre-se que, caso a zona a pintar já esteja suja, pode não ficar disfarçada com a tinta. E não, não custa nada, até porque pode usar o método tradicional e sempre infalível: “detergente e água”.

Proteja os rodapés e as dobradiças

Pintar a casa também necessita de certos cuidados. Proteja os seus rodapés (com uma fita adesiva, por exemplo), pois podem cair gotas de tinta indesejadas, e, caso queira pintar as portas, tenha atenção às dobradiças. Se dar-lhes cor também está nos seus planos, coloque um pouco de vaselina em cada uma delas, para que depois possa abrir e fechar qualquer porta sem ouvir estalidos de tinta.

Leu tudo com atenção? Garanto-lhe que, se seguir tudo à risca, ficará mais do que apto(a) para pintar a casa em Lisboa sem qualquer tipo de falhas!

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A par de outras reparações a fazer numa casa, a pintura de interiores é certamente tida como uma das mais dispendiosas. De facto, as empreitadas de pintura, quer pela natureza das matérias primas que utiliza (as tintas são normalmente caras) quer pela morosidade da aplicação das mesmas, tornam-se uma das actividades de bricolagem doméstica mais difíceis de planear e executar.

Nas empreitadas de pintura efectuadas depois da construção do imóvel – retoques, cobertura de falhas, passagens de demão para reavivar cores interiores e exteriores – é muitas vezes necessário fazer bem a distinção entre tintas para pintura de interiores e tintas para pintura de exteriores. Uma pesquisa num motor de busca online pode esclarecer esta questão, mas aproveitamos para lhe dar uma ajuda – clique aqui e aceda a um rápido esclarecimento sobre as características principais dos dois tipos de tinta.

Dada a elevada área a pintar, bem como o número de demãos necessário – normalmente duas, no mínimo – é importante poupar em tudo o que for possível nas empreitadas de pintura. Existem várias soluções que lhe permitirão poupar – por exemplo, não há necessidade de comprar material de pintura (pincéis, paletas, rolos, esticadores, diluente…) se os puder pedir emprestados a um amigo; apenas garanta que devolve tudo como novo! No entanto, onde de facto possivelmente estará a maior poupança será mesmo na tinta. Pode consultar aqui um guia de preços elaborado para tintas de pintura de interiores, onde poderá comparar marcas e os respectivos intervalos máximos de preço. Este tipo de ferramentas permitem-lhe encontrar a melhor solução de compromisso qualidade/preço, sendo de utilidade e relevância crescentes com o aumento das dimensões das empreitadas de pintura – uma pequena poupança a pequena escala torna-se uma grande poupança a uma larga escala!

Antes de avançar para a execução de uma pintura de interiores, deverá acautelar que escolheu a melhor opção, tanto no serviço – caso tenha contratado um pintor profissional – como nas tintas que comprou, caso esteja você mesmo a fazer a empreitada de pintura. Não descure, por exemplo, a qualidade das tintas, mesmo que tenha que pagar um pouco mais por isso. Assim, evitará a eventual necessidade de corrigir mais tarde empreitadas defeituosas e sem a qualidade necessária, o que implicará maior custo. Boas pinturas!

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Todos nós temos em casa um móvel antigo que provavelmente queremos deitar fora. Antes de o fazer, já alguma vez pensou dar-lhe um novo ar, pintando-o? Se calhar nunca considerou esta hipótese, pois não imagina quanto custa pintar um móvel.

Não lhe estou a querer dizer para se pôr a pintar a casa toda mas, com um mínimo de sabedoria, alguns retoques e muita paciência, conseguirá pintar um móvel e obter um praticamente novo. E quanto custa pintar um móvel? Bom, é uma pergunta difícil de responder, pelo menos objectivamente, com um valor concreto. Mas asseguro-lhe que conseguirá um resultado muito satisfatório, com alguma dose de esforço e por um custo muito menor, quando comparado com o valor que pagaria comprando um móvel novo ou contratando empresas de pintura.  E para pintar portas de madeira, qual o orçamento?

Esta pergunta torna-se um pouco mais difícil de responder. Em geral, para pintar portas de madeira, o orçamento resume-se a comprar o verniz protector da madeira e em aplicar a cor castanha tão característica destes objectos. Ainda que variando de tonalidade, este tipo de produtos são de fácil e barata aquisição em qualquer supermercado generalista de bricolagem. Note-se que, para pintar portas de madeira, o orçamento terá que ter em conta, de forma semelhante à pintura de móveis, os custos das lixas e materiais decapantes – que são algumas vezes usados para remover os restos de tinta antiga das peças – mas uma vez mais este tipo de materiais são de uso comum e transversal a muitas actividades domésticas no lar, pelo que serão de fácil aquisição.

No caso de pintar portas de madeira, o orçamento não variará muito com a área da porta a pintar – para dimensões de uma casa média, uma lata grande de verniz protector será mais que suficiente, e poderá ainda ser conservada para outras pinturas mais tarde (até porque irá ficar super entusiasmado com o resultado e irá querer repetir). No entanto, não será bem assim no que toca a quanto custa pintar um móvel, a menos que este tenha um tratamento semelhante ao das portas de madeira – verniz protector e cor castanha básica. Para móveis de criança, por exemplo, serão privilegiadas cores garridas, diversificadas e brilhantes que, apesar de se venderem em latas de pequeno volume, são normalmente mais dispendiosas. Não se esqueça, em ambos dos casos, de aplicar um primer antes da tinta propriamente dita, que permitirá “agarrar” melhor a tinta ao móvel, aumentando muito a durabilidade do revestimento.