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Tem imensos móveis antigos e não sabe o que fazer com eles? Que tal pintá-los e voltar a colocá-los na sua sala, quarto ou escritório, como se fossem novos? Eu já o fiz e o resultado foi fantástico! Se quiser fazer o mesmo, mas é um novato(a) nestas andanças, preste bem atenção às dicas que lhe vou apresentar e vai ver que o resultado o(a) vai surpreender!

Arranje apenas o material que precisa

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Compre unicamente os pincéis e as tintas que vai precisar, independentemente do número de cores. Pode comprar 6 baldes de tinta, cada um com a sua cor, desde que utilize todos. Para que não haja desperdício e não gaste mais dinheiro do que o necessário, faça um inventário do mobiliário que vai pintar e leve-o consigo para a loja das tintas, se for preciso.

Escolha um local amplo para realizar esta tarefa

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Escolha um local amplo para realizar esta tarefa e organize-o, juntando toda a mobília que pretende pintar. Forre o chão com jornais velhos e certifique-se que usa uma roupa confortável e que possa ser manchada.

Trate dos móveis antes de lhes dar uma nova cor

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Antes de começar a pintar, deve retirar a tinta antiga com uma espátula. Como os móveis já têm muitos anos de uso, certamente que já devem ter farripas soltas ou buracos na madeira. Por isso, após retirar a tinta anterior, passe com uma lixa em toda a superfície, de modo a uniformizá-la. Se os buracos forem muito grandes, preencha-os com um pouco de massa corrida e volte a lixar essa zona. De seguida, retire todo o pó e analise se a superfície do móvel está preparada para receber a tinta nova. Repita todo o processo com as outras peças de mobiliário.

Pinte com todo o cuidado e paciência

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Comece a pintar, com todo o cuidado e, claro, com muita paciência. Por norma, deve pintar a mesma superfície, pelo menos, duas vezes, esperando uma a duas horas entre cada pintura. Só assim consegue certificar-se que a tinta adere bem à superfície.

Apostar neste tipo de tarefas é algo que se torna cada vez mais importante. Para além de poupar na sua carteira, consegue ensinar aos mais novos (e aos que o(a) rodeiam) que a preservação ambiental é essencial para o planeta. Para além disso, ensina-os também a darem um maior valor aos bens materiais e a não serem uns extremos consumistas, que usam e deitam fora todos os objectos pessoais sem dó nem piedade.

 

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Se a sua moradia já precisa de uma boa pintura exterior, então está na altura de recorrer a profissionais para tratarem do assunto. Eu compreendo que a sua grande vontade é meter-se a realizar esta tarefa por sua conta e risco, mas aconselho-o(a) a que não o faça, pois certamente as coisas não correrão bem. Contrate a melhor empresa de pinturas da sua zona e certifique-se que tem um serviço feito com qualidade, competência, rapidez, sem erros nem consequências danosas!

Porém, se é a primeira vez que se depara com a necessidade de contactar este tipo de empresas, saiba que não é um processo difícil, apenas deve seguir estes 3 passos:

 

  1. Procure pelos portfólios das empresas e por feedbacks de antigos clientes

Se procurar pelas empresas na internet, tente encontrar trabalhos já feitos pelas mesmas e comentários positivos de antigos clientes. Se as empresas tiverem um website ou estiverem em alguma plataforma de procura e oferta de serviços locais, será mais fácil obter os portfólios. Não se esqueça que o feedback dos clientes também pesa, e muito! Por vezes, é mesmo um factor determinante para uma contratação.

  1. Peça vários orçamentos e compare-os

Peça orçamentos às empresas que gostou primeiramente, pois só essas farão parte do seu leque de opções. Assim que os tiver, compare-os bem, vendo o tempo que cada uma levará a fazer o serviço, o preço da mão-de-obra e o preço dos materiais. Pense também que um valor muito baixo não significa necessariamente um mau serviço, no entanto, existem também aquelas empresas que cobram mais um pouco, mas que realmente fazem um trabalho extraordinário. Coloque isso tudo na balança e escolha somente a que o(a) deixa mais seguro(a).

  1. Fale com os profissionais pessoalmente antes de lhes dar o “ok” final

Antes de os contratar, fale com os profissionais para saber o que lhe recomendam. É verdade que quem manda é você, mas, se estes perceberem realmente do assunto, vão dar-lhe conselhos valiosíssimos e que farão toda a diferença no final. No fundo, este trabalho não é fácil e exige que se sigam determinadas “regras”, nomeadamente ao nível das cores. Assim sendo, se quiser um trabalho bem feito, o ideal é contratar apenas os profissionais que, para além de dominarem o assunto, também tenham abertura suficiente para aceitar as suas opiniões, mesmo que sejam contraditórias.

Como vê, não é assim tão difícil escolher uma empresa de pinturas para o exterior. No entanto, se ainda tiver dúvidas, envie-me um email, para que possa ajudá-lo(a) melhor em tudo o que precisar! :)

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Já tentou pintar a casa em Lisboa sozinho e correu-lhe mal? Tenha calma, é normal que fiquem algumas imperfeições, sobretudo se foi a primeira vez que se aventurou nestas andanças. E sempre pode voltar a tentar, tendo a consciência que, desta vez, deve seguir alguns parâmetros importantes para garantir o sucesso do trabalho.

Pense um pouco e responda a estas perguntas para si e de forma muito honesta:

– Comprou materiais de qualidade?

– Confirmou a credibilidade e a qualidade da marca da tinta?

– Protegeu o seu mobiliário quando começou a pintar a casa em Lisboa?

– Escolheu bem o tipo de pincel/rolo, de acordo com a dimensão da superfície?

 

Pois é, se respondeu negativamente à maioria das perguntas, então já sabe que não fez tudo da forma mais correcta. Pintar a casa não é assim tão difícil e nem sequer existem regras específicas para o fazer, apenas alguns ensinamentos básicos que devem ser seguidos por todos. Eis alguns:

– Os pincéis, os rolos e as tintas têm que ser de muita qualidade, nem que, para isso, tenha que pagar mais um pouco;

– Cada pincel tem uma função diferente. Veja bem o que precisa de pintar e adeqúe o tipo de pintura ao material;

– Escolha cores que equilibrem todo o ambiente do imóvel. Pintar a casa com cores diferentes em cada divisão ou com cores muito pesadas em locais onde passa grande parte do tempo, só vai aumentar o seu tédio e aborrecimento;

– Forre a mobília que estiver exposta às tintas, tendo especial cuidado com as dobradiças das portas e com os rodapés, caso não tenha interesse em dar-lhes cor;

Vê como é fácil? Mas não me fico por aqui, porque ainda o/a vou ajudar a pintar as suas sancas! Estas são normalmente feitas em gesso e podem, ou não, ser elaboradas. É claro que, quanto mais elaboradas forem, mais complexa se torna a pintura, mas existem pontos-chave importantes que podem facilitar a tarefa:

– Pinte sempre as sancas com cores neutras. Deve existir um contraste equilibrado entre a cor das sancas e a cor restante (do tecto e das paredes). O branco e o cinzento são, por norma, as cores preferidas;

– Proteja as paredes e o tecto antes de começar a pintá-las, caso contrário, volta a ter que pintar a casa novamente;

– Como as sancas costumam ser de gesso, lixe-as muito bem e retire, de seguida, todo o pó acumulado. Veja também se existe alguma imperfeição. Se for o caso, coloque um pouco de massa e deixe secar, voltando a lixar tudo e a retirar o pó em excesso;

– Dê duas demãos de tinta nas sancas, pois uma não costuma ser suficiente;

– Pintar a casa em Lisboa e em qualquer cidade do mundo tem uma determinada sequência: comece sempre por pintar o tecto das divisões, passe para as sancas, de seguida para as paredes, depois para portas, chegue então às janelas e termine nos rodapés.

Simples, certo? Agora sim, pode começar já a pensar em refazer tudo aquilo que não deu certo, porque, com estas dicas, pintar a casa em Lisboa vai ser a tarefa mais fácil que fará na sua vida!

 

 

 

 

 

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Nos últimos anos, com os orçamentos cada vez mais apertados, fazer certas tarefas em casa tornou-se numa das opções mais viáveis. São muitas as famílias que tratam dos problemas domésticos, sem precisarem de recorrer a profissionais. É claro que há certos trabalhos que não correm bem, mas há outros que pode fazer sem provocar danos, nomeadamente pintar a casa.

Se mora na capital, sabe, à partida, que pintar a casa em Lisboa pode tornar-se bastante mais fácil, se contratar uma empresa de pintura conceituada, mas isso, claro, seria mais dispendioso. Assim sendo, e como tenciono facilitar-lhe o trabalho e incentivá-lo a fazer esta tarefa por si, deixo-lhe 5 ideias que deve seguir antes de se aventurar sozinho no mundo das tintas.

Pintar a casa requer material de muita qualidade

Já deve ter reparado que o mercado está repleto de material de pintura. Os produtos são mais do que muitos, uns melhores do que outros. Por isso, compare bem os preços e assegure-se da qualidade da marca que escolhe. Procure por testemunhos de outros clientes em blogues, fóruns ou nas redes sociais.

 Escolha os pincéis ou os rolos de acordo com a superfície que vai pintar

Uma das coisas que pode determinar o sucesso de uma pintura é a escolha correcta do pincel ou do rolo, que tem que ser de acordo com o tipo de superfície. Por exemplo, os rolos são os mais indicados para a pintura de paredes e do tecto, por se tratarem de superfícies mais amplas. Pelo contrário, se pretender pintar zonas mais pequenas, apertadas e que precisem de detalhes minuciosos, procure o pincel mais adequado para o fazer. Pintar a casa em Lisboa exige que saiba muito bem quais são as áreas que deseja dar nova cor.

Adopte medidas de segurança

É também muito importante adoptar medidas de segurança quando pintar a casa. Proteja todos os móveis da habitação, a sua cama, os sofás, etc., para que não fiquem sujos. Proteja-se também com roupas velhas e, se tiver crianças muito pequenas consigo, certifique-se que ficam longe das tintas.

Limpe bem as superfícies antes de as pintar

Para garantir que não haja defeitos nas superfícies pintadas, limpe-as bem antes de passar com o pincel ou com o rolo. Lembre-se que, caso a zona a pintar já esteja suja, pode não ficar disfarçada com a tinta. E não, não custa nada, até porque pode usar o método tradicional e sempre infalível: “detergente e água”.

Proteja os rodapés e as dobradiças

Pintar a casa também necessita de certos cuidados. Proteja os seus rodapés (com uma fita adesiva, por exemplo), pois podem cair gotas de tinta indesejadas, e, caso queira pintar as portas, tenha atenção às dobradiças. Se dar-lhes cor também está nos seus planos, coloque um pouco de vaselina em cada uma delas, para que depois possa abrir e fechar qualquer porta sem ouvir estalidos de tinta.

Leu tudo com atenção? Garanto-lhe que, se seguir tudo à risca, ficará mais do que apto(a) para pintar a casa em Lisboa sem qualquer tipo de falhas!

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A par de outras reparações a fazer numa casa, a pintura de interiores é certamente tida como uma das mais dispendiosas. De facto, as empreitadas de pintura, quer pela natureza das matérias primas que utiliza (as tintas são normalmente caras) quer pela morosidade da aplicação das mesmas, tornam-se uma das actividades de bricolagem doméstica mais difíceis de planear e executar.

Nas empreitadas de pintura efectuadas depois da construção do imóvel – retoques, cobertura de falhas, passagens de demão para reavivar cores interiores e exteriores – é muitas vezes necessário fazer bem a distinção entre tintas para pintura de interiores e tintas para pintura de exteriores. Uma pesquisa num motor de busca online pode esclarecer esta questão, mas aproveitamos para lhe dar uma ajuda – clique aqui e aceda a um rápido esclarecimento sobre as características principais dos dois tipos de tinta.

Dada a elevada área a pintar, bem como o número de demãos necessário – normalmente duas, no mínimo – é importante poupar em tudo o que for possível nas empreitadas de pintura. Existem várias soluções que lhe permitirão poupar – por exemplo, não há necessidade de comprar material de pintura (pincéis, paletas, rolos, esticadores, diluente…) se os puder pedir emprestados a um amigo; apenas garanta que devolve tudo como novo! No entanto, onde de facto possivelmente estará a maior poupança será mesmo na tinta. Pode consultar aqui um guia de preços elaborado para tintas de pintura de interiores, onde poderá comparar marcas e os respectivos intervalos máximos de preço. Este tipo de ferramentas permitem-lhe encontrar a melhor solução de compromisso qualidade/preço, sendo de utilidade e relevância crescentes com o aumento das dimensões das empreitadas de pintura – uma pequena poupança a pequena escala torna-se uma grande poupança a uma larga escala!

Antes de avançar para a execução de uma pintura de interiores, deverá acautelar que escolheu a melhor opção, tanto no serviço – caso tenha contratado um pintor profissional – como nas tintas que comprou, caso esteja você mesmo a fazer a empreitada de pintura. Não descure, por exemplo, a qualidade das tintas, mesmo que tenha que pagar um pouco mais por isso. Assim, evitará a eventual necessidade de corrigir mais tarde empreitadas defeituosas e sem a qualidade necessária, o que implicará maior custo. Boas pinturas!

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Todos nós temos em casa um móvel antigo que provavelmente queremos deitar fora. Antes de o fazer, já alguma vez pensou dar-lhe um novo ar, pintando-o? Se calhar nunca considerou esta hipótese, pois não imagina quanto custa pintar um móvel.

Não lhe estou a querer dizer para se pôr a pintar a casa toda mas, com um mínimo de sabedoria, alguns retoques e muita paciência, conseguirá pintar um móvel e obter um praticamente novo. E quanto custa pintar um móvel? Bom, é uma pergunta difícil de responder, pelo menos objectivamente, com um valor concreto. Mas asseguro-lhe que conseguirá um resultado muito satisfatório, com alguma dose de esforço e por um custo muito menor, quando comparado com o valor que pagaria comprando um móvel novo ou contratando empresas de pintura.  E para pintar portas de madeira, qual o orçamento?

Esta pergunta torna-se um pouco mais difícil de responder. Em geral, para pintar portas de madeira, o orçamento resume-se a comprar o verniz protector da madeira e em aplicar a cor castanha tão característica destes objectos. Ainda que variando de tonalidade, este tipo de produtos são de fácil e barata aquisição em qualquer supermercado generalista de bricolagem. Note-se que, para pintar portas de madeira, o orçamento terá que ter em conta, de forma semelhante à pintura de móveis, os custos das lixas e materiais decapantes – que são algumas vezes usados para remover os restos de tinta antiga das peças – mas uma vez mais este tipo de materiais são de uso comum e transversal a muitas actividades domésticas no lar, pelo que serão de fácil aquisição.

No caso de pintar portas de madeira, o orçamento não variará muito com a área da porta a pintar – para dimensões de uma casa média, uma lata grande de verniz protector será mais que suficiente, e poderá ainda ser conservada para outras pinturas mais tarde (até porque irá ficar super entusiasmado com o resultado e irá querer repetir). No entanto, não será bem assim no que toca a quanto custa pintar um móvel, a menos que este tenha um tratamento semelhante ao das portas de madeira – verniz protector e cor castanha básica. Para móveis de criança, por exemplo, serão privilegiadas cores garridas, diversificadas e brilhantes que, apesar de se venderem em latas de pequeno volume, são normalmente mais dispendiosas. Não se esqueça, em ambos dos casos, de aplicar um primer antes da tinta propriamente dita, que permitirá “agarrar” melhor a tinta ao móvel, aumentando muito a durabilidade do revestimento.